
Cirurgião plástico alerta pais e adolescentes sobre os perigos dos piercings e tatuagens.
Os piercings e as tatuagens já fazem parte do estilo do jovem moderno. Cada vez mais comum, o uso de piercings significa para os jovens uma maneira de expressar os sentimentos, de se declarar livre e moderno ou, para outros, é apenas uma forma de ficar mais bonito e atraente. Entretanto, o que muitos esquecem são dos problemas que podem ser ocasionados com tanto modismo. “Um piercing pode causar uma infecção que pode ser grave, dependendo do local e do tipo de bactéria”, alerta o cirurgião plástico, Dr. Rogério Scheibe. Em casos de infecção mais séria, com comprometimento das estruturas da orelha, há risco de morte. Já a tatuagem feita com material contaminado pode causar doenças como a hepatite.
Por mais que possa deixar uma cicatriz, o que prejudica a estética, muito valorizada, principalmente nessa idade, a maior vilã relacionada ao uso de piercings é a infecção, por isso, a atenção deve ser redobrada. “A assepsia é fundamental: o ambiente deve estar dentro das normas sanitárias e de segurança. Deve-se escolher um local adequado, que utilize materiais descartáveis, para evitar contaminação”, avisa Dr. Scheibe, lembrando que muitos jovens fazem piercing em casa, “o que não é recomendável”.
Ele orienta também que o enfeite pode ser colocado em qualquer lugar do corpo, desde que não atinja estruturas como as cartilagens, ossos e ligamento. Na orelha, por exemplo, pode ser colocado no lóbulo, afinal, piercing é um brinco. Em contrapartida, não deve ser colocado na parte de cima da orelha, onde fica a cartilagem, que não tem circulação própria. “A cartilagem uma vez infectada não tem poder de combater a infecção”, alerta Dr. Rogério, explicando que a conseqüência é a perda dessa estrutura e uma grande atrofia da orelha, local de difícil reconstrução.
Por mais que possa deixar uma cicatriz, o que prejudica a estética, muito valorizada, principalmente nessa idade, a maior vilã relacionada ao uso de piercings é a infecção, por isso, a atenção deve ser redobrada. “A assepsia é fundamental: o ambiente deve estar dentro das normas sanitárias e de segurança. Deve-se escolher um local adequado, que utilize materiais descartáveis, para evitar contaminação”, avisa Dr. Scheibe, lembrando que muitos jovens fazem piercing em casa, “o que não é recomendável”.
Ele orienta também que o enfeite pode ser colocado em qualquer lugar do corpo, desde que não atinja estruturas como as cartilagens, ossos e ligamento. Na orelha, por exemplo, pode ser colocado no lóbulo, afinal, piercing é um brinco. Em contrapartida, não deve ser colocado na parte de cima da orelha, onde fica a cartilagem, que não tem circulação própria. “A cartilagem uma vez infectada não tem poder de combater a infecção”, alerta Dr. Rogério, explicando que a conseqüência é a perda dessa estrutura e uma grande atrofia da orelha, local de difícil reconstrução.
“Colocar piercing pode ser gravíssimo”
O tempo de cicatrização varia de acordo com a região do corpo escolhida e, se não houver o cuidado necessário, o acessório pode provocar complicações que vão desde reações alérgicas até doenças graves. “Se considerarmos a perda das estruturas da orelha pós condrite (infecção da cartilagem) e, conseqüente deformação parcial ou total do pavilhão auricular como doença, e que uma infecção desta pode levar a uma infecção maior e mesmo a uma septicemia, levando o paciente à morte, colocar piercing pode ser gravíssimo”, frisa o cirurgião.
Os primeiros sintomas de infecção são dor, rubor, calor, vermelhidão e muitas vezes prurido. “Nesses casos são indicados antibióticos, pois também vai aparecer a produção de secreção purulenta. Se o jovem perceber qualquer infecção no local de seu piercing deve procurar um médico imediatamente, para evitar maiores complicações”, orienta.
Na hora de escolher o modelo do acessório deve-se dar preferência aos de materiais que não desenvolvam reações com o organismo, como ouro, platina, prata, aço inox cirúrgico, e mesmo o silicone.
Os primeiros sintomas de infecção são dor, rubor, calor, vermelhidão e muitas vezes prurido. “Nesses casos são indicados antibióticos, pois também vai aparecer a produção de secreção purulenta. Se o jovem perceber qualquer infecção no local de seu piercing deve procurar um médico imediatamente, para evitar maiores complicações”, orienta.
Na hora de escolher o modelo do acessório deve-se dar preferência aos de materiais que não desenvolvam reações com o organismo, como ouro, platina, prata, aço inox cirúrgico, e mesmo o silicone.
Tatuagens
De acordo com os regulamentos em vigor, o controle limita-se apenas às condições de higiene dos estabelecimentos onde se faz tatuagem (uso de luva e esterilização de agulhas), mas não se controla a esterilização dos corantes, ou seja, sua pureza. O que, na prática, significa que muita gente está injetando tinta para automóveis, de caneta ou corantes industriais produzidos com outras finalidades – e, nem mesmo mencionam a necessidade de uma avaliação toxicológica.
Para a retirada do desenho feito no corpo é usado o l l, mas não impossível, e quando seu filho tornar-se adulto vai agradecê-lo”.
Para a retirada do desenho feito no corpo é usado o l l, mas não impossível, e quando seu filho tornar-se adulto vai agradecê-lo”.
Você sabia que…
Material impuro pode levar a infecções por fungos e bactérias, câncer de pele local, Aids, hepatite e reações alérgicas.
A hepatite C pode ser muito mais perigosa para os tatuados, pois o vírus da hepatite sobrevive mais tempo no frasco de tinta do que o vírus da AIDS, por exemplo.
Portanto, antes de fazer uma tatuagem ou piercing, procure um bom profissional e esclareça suas dúvidas sobre esses itens.
A hepatite C pode ser muito mais perigosa para os tatuados, pois o vírus da hepatite sobrevive mais tempo no frasco de tinta do que o vírus da AIDS, por exemplo.
Portanto, antes de fazer uma tatuagem ou piercing, procure um bom profissional e esclareça suas dúvidas sobre esses itens.
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